Disciplinas

Projetando Infraestruturas de Inclusão II / Tópicos Especiais II – Global Urban Studio Summer 2021

FAH 711/ FAH 811

PROARQ-Programa de Pós-graduação em Arquitetura

Faculdade de Arquitetura e Urbanismo

Universidade Federal do Rio de Janeiro

Workshop International: 24/05 a 04/06/2021

Modo remoto: online

Zoom link (mediante inscrição):

Preencher ficha de inscrição (link) e enviar para vtangari@fau.ufrj.br

Equipe de ensino:

UFRJ: Prof. Vera Tângari (vtangari@fau.ufrj.br)/Prof. Rogerio Cardeman (r.cardeman@gmail.com)/Prof. Inês Isidoro (ines.isi@gmail.com)/ Prof.Jonathas Magalhães Silva (PUC-Campinas)

Student Assistants: Alain Flandes (alain.gomez@fau.ufrj.br); Bruno Ragi (brunoragiarq@gmail.com); Felipe Xavier (felipe.sacramento4@gmail.com); Flora Fernandez (flora.fernandez@fau.ufrj.br); Gabriel Parreira (gabriel.parreira@fau.ufrj.br); Isabela Queiroz (isabela.queiroz@fau.ufrj.br)

  1. Descrição da Disciplina

Neste workshop intensivo, estudantes da The New School/Parsons, da Universidade Chinesa de Hong Kong (CUHK) e da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) trabalharão remotamente e de forma colaborativa em corredores de mobilidade urbana na cidade de Nova York, Hong Kong e Rio de Janeiro. Essas equipes internacionais e interdisciplinares primeiro estudarão práticas e processos de produção e apropriação de espaços públicos orientados para o transporte público e, em seguida, desenvolverão cenários e estratégias de projeto que abordem problemas globais criando espaços públicos vibrantes, significativos e centrados na comunidade, a partir de infraestruturas sócio espaciais e intervenções de design e arte.

Na proposta deste workshop “Projetando Infraestruturas de Inclusão”, serão abordadas questões de justiça sócio espacial e ambiental e de direito à cidade. Durante o workshop, os estudantes trabalharão nos quatro escopos temáticos propostos abaixo e continuarão identificando oportunidades de mudança. Os estudantes se envolverão em uma série de tarefas destinadas a resumir a compreensão dos estudantes e a experiência sobre o assunto, e desenvolver engajamento pessoal baseado em projetos e estratégias para a transformação urbana crítica.

O trabalho coletivo irá desenvolver-se em relação aos quatro temas principais e sob a égide de “Projetar Infraestruturas de Inclusão”:

– Espaço público e mobilidade (inclui transporte);

– Espaço público e habitação (formal, informal, em relação aos locais de trabalho);

– Espaço público e patrimônio cultural (cultura, alimentação, parques, arquitetura);

– Espaço público e saúde/bem-estar (saúde pública, a pandemia).

As equipes de projeto dos estudantes se concentrarão nos corredores de infraestrutura ferroviária e de transporte público nas três cidades e, inicialmente, criarão uma estrutura compartilhada(s) para colocá-los em uma perspectiva comparativa global. No caso de Nova York, o workshop enfocará espaços públicos e infraestrutura ao longo do corredor da Linha 7 do MTA, de Hudson Yards a Flushing, Queens. A Linha 7 tem sido frequentemente chamada de “Expresso do Imigrante” devido ao fato de que uma alta porcentagem de famílias de imigrantes recentes de diversas partes do mundo se estabelecem no Queens, e que a maioria delas trabalha em Manhattan e em outros bairros, usando assim a Linha 7 para se deslocar para o trabalho . Ao longo das 12 milhas da Linha 7, as equipes se concentrarão em quatro locais de interesse: Queensboro Plaza/Court Square, Diversity Plaza/Jackson Heights, Corona Plaza e Flushing Main Street.

No Rio de Janeiro, o workshop terá como foco a linha ferroviária Central-Deodoro, com 22 quilômetros de extensão, que vai do centro do Rio passando por diversos bairros da zona norte e terminando em Deodoro. Essa linha historicamente concentrou o deslocamento de mão de obra dos subúrbios operários para o trabalho no centro da cidade. Ao longo desse corredor, as equipes se concentrarão em quatro locais de interesse: 1- Estação: Central do Brasil/Campo de Santana (tema: Espaço público e mobilidades; 2- Estação: São Francisco Xavier/Favela da Mangueira (tema: Espaço público e habitação x local de trabalho); 3- Estação: Madureira/Viaduto e Parque Madureira (tema: Espaço público e patrimônio cultural); 4- Estação: Engenho Novo /Sampaio (tema: Espaço público, saúde/bem-estar). Mais detalhes serão fornecidos no início do curso, em 24/05/21.

Em Hong Kong, o workshop se concentrará na linha MTR Tsuen Wan de 16 quilômetros de extensão, do centro (centro de Hong Kong) a Tsuen Wan nos Novos Territórios. Ao longo do corredor da Linha Vermelha, as equipes mistas de estudantes se concentrarão em quatro locais de interesse: 1- Tsim Sha Tsui (tema: Espaço público e patrimônio cultural); 2- Sham Shui Po (Espaço público, saúde/bem-estar); 3- Mei Foo (Espaço público e habitação x local de trabalho); 4- Tsuen Wan (Espaço público e mobilidade). Os quatro locais de interesse ao longo da linha MTR Tsuen Wan representam fortes diferenças entre condições sociis e espaciais na Hong Kong contemporânea. Mais detalhes serão fornecidos em 24 de maio.

  1. Estrutura da disciplina

Entre 24 e 29 de maio de 2021, os estudantes trabalharão em grupos mistos. Cada equipe abordará UM dos temas acima em todas as TRÊS cidades. Antes do início do workshop, os estudantes serão solicitados a escolher um tema e colocar seu nome na Ficha de Inscrição, a ser preenchia e enviada por email (vtangari@fau.ufrj.br) e no formulário online a ser disponibilizado. Assim que os quatro grupos forem confirmados, os estudantes estudarão os locais em todas as TRÊS cidades e criarão uma estrutura comparativa. Na 2a parte da primeira semana, os estudantes farão propostas para os locais selecionados em qualquer UMA das três cidades dentro dos temas selecionados.

No sábado, dia 29 de maio, cada grupo apresentará suas propostas durante a revisão final. O workshop terminará com uma mesa redonda internacional, refletindo criticamente sobre os temas e questões abordadas pelo trabalho dos estudantes durante a semana do workshop.

Entre 1 e 4 de junho de 2021, os estudantes da The New School trabalharão em equipe para concluir as propostas individuais de projeto, escrever ensaios de reflexão e produzir o Caderno da Disciplina, em formato de publicação .

Da mesma forma, os estudantes inscritos na UFRJ trabalharão em equipe para concluir as propostas individuais de projeto e escrever ensaios reflexivos sobre a experiência.

  1. Atribuições

Os estudantes da New School completarão quatro tarefas: a Tarefa 1 é a participação no workshop, conforme descrito abaixo (ver Metodologia do Workshop); a Tarefa 2 é a conclusão da contribuição individual do projeto, a ser determinada no final da primeira semana do workshop; a Tarefa 3 é um ensaio reflexivo (1.000 palavras) que sintetiza a experiência do workshop e reflete sobre as dimensões interdisciplinar e comparativa em abordagem internacional desenvolvidas neste trabalho; a Tarefa 4 é a tarefa do grupo e se concentrará na produção do Caderno da Disciplina.

Os estudantes inscritos na UFRJ completarão quatro tarefas: a Tarefa 1 é a participação no workshop, conforme descrito abaixo (ver Metodologia do Workshop); a Tarefa 2 é a conclusão da contribuição individual do projeto, a ser determinada no final da primeira semana do workshop; a Tarefa 3 é um ensaio reflexivo (1.000 palavras) que sintetiza a experiência do workshop e reflete sobre as dimensões interdisciplinar e comparativa em abordagem internacional desenvolvidas neste trabalho.

  1. Metodologia do workshop

O Workshop será organizado em duas partes. A primeira parte se concentrará na pesquisa das três cidades e nos locais específicos atribuídos a elas, e no desenvolvimento de percepções acionáveis ​​(de 2ª feira, 24/5 a 4ª feira, 26/5). A segunda parte se concentrará no desenvolvimento de cenários de projeto para os locais e comunidades escolhidos e em relação ao tema e tópicos selecionados.

INSUMOS – Parte 1_PERCEPÇÕES (INSIGHTS): Léxico e métricas

Trabalhando em quatro equipes originalmente estabelecidas, os estudantes irão primeiro extrapolar percepções acionáveis ​​da pesquisa até o momento. As percepções representam a sua compreensão das relações de causa e efeito específicas nos domínios estudados: o espaço público através das lentes das infraestruturas de inclusão. As percepções estarão relacionadas às três cidades e aos quatro temas atribuídos.

Os temas são importantes porque constituem dispositivos que dão sentido, uma forma de capturar os fenômenos e processos subjacentes que o/a estudante está determinado a compreender. Eles permitem que você descubra a lógica principal (princípios de operação, regras do jogo), mas também invente os critérios para enquadrar sua proposição. As percepções de cada grupo serão claramente organizadas de acordo com o “tema” principal atribuído, bem como com os subtemas e tópicos que os estudantes formularem por meio de suas pesquisas. À medida que os estudantes comecem a identificar questões de interesse, subtemas e tópicos de urgência, irão desenvolver uma lista de subtemas e tópicos.

Cada grupo criará um painel de “Léxico e Métricas” que enquadra e visualiza relações complexas descobertas (os detalhes serão explicados em aula) e se concentrará nas métricas subjacentes ao seu domínio, de modo que as principais preocupações por meio da análise de dados serão destacadas (por exemplo, os padrões de “viajar para trabalhar” ao longo Linha 7). Cada equipe estará observando as manifestações físicas através do Léxico, bem como das Métricas (dados cristalizados), que iluminam as manifestações não físicas. Pensem nisso como uma parte qualitativa e quantitativa da análise: o léxico será composto de imagens-chave (fotos, planos, desenhos) e as métricas dos visuais que resumem e visualizam os dados estatísticos.

Uma vez que não há “problemas” previamente atribuídos, suas percepções podem apontar para desafios existentes (a pandemia global, por exemplo), ou também podem levantar oportunidades existentes que suas propostas buscarão se apropriar ou fortalecer (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU, por exemplo). Cada equipe identificará duas percepções principais em relação a cada subtema identificado, usando 250 palavras no máximo para enquadrá-las.

Por exemplo:

Tema: Exclusão e deslocamento

Insight: A história de exclusão e desinvestimento sistêmico nos bairros de Queens deixou muitos terrenos abandonados e baixou o valor de suas propriedades. Os baixos valores das propriedades são atraentes para os investidores que estão capitalizando nesta situação e criando novos empreendimentos em um ritmo rápido. Como resultado, os residentes dos bairros pobres foram sistematicamente despojados e, por fim, deslocados.

Ao mesmo tempo, o DOT tentou amenizar os efeitos das práticas predatórias de desenvolvimento urbano, trabalhando com grupos comunitários e organizações parceiras, a fim de salvar alguns dos lotes urbanos criando espaços públicos significativos, especialmente em bairros superlotados e com poucos recursos.

INSUMOS – PARTE 2 – CENÁRIOS DE PROJETO

Com base nas percepções/insights e temas, vamos agora avançar para a criação de cenários de projeto. Os cenários abordarão as interdependências de infraestruturas e sistemas, e de atores, organizações e instituições a serem envolvidos. Agora, as equipes são solicitadas a projetar e propor um plano de ação com o objetivo de transformar as situações urbanas encontradas nas situações selecionadas.

Vamos primeiro avançar para a fase de trabalho do “devemos”.  A declaração “devemos” irá capturar e operacionalizar suas intenções. A declaração “devemos” é uma proposta para um curso de ação que a equipe precisa realizar a fim de criar um outro valor (social, ambiental, cultural, econômico, etc.). Dessa forma, é tanto uma explicação provisória de como uma prática/sistema funciona (ou não funciona) e, ao mesmo tempo, também uma forma de estruturar sua (s) proposição (ões) de valores para avançar. Portanto, claramente precisamos definir os valores que irão orientar nossas proposições.

Assim que tivermos os valores definidos, começaremos a definir os cenários de projeto. Os cenários são um conjunto de visões estruturadas que visam catalisar as capacidades e habilidades dos vários atores e agentes envolvidos no processo de estruturação de uma nova proposta (“protagonistas”). Em outras palavras, você pode dizer: “Se olharmos para a situação deste ponto de vista específico e adotarmos o princípio de trabalho que estamos apresentando como uma proposta, então criaremos o novo valor que buscamos. E é assim que isso funcionaria. ”

O objetivo de cenário de projeto é descrever as configurações futuras desejáveis ​​e propostas. O cenário de projeto é constituído pelos seguintes componentes: 1) Visão; 2) Motivação; e 3) Estratégia.

Visão é a parte “e se” em um sentido em que seu propósito é contar a história visual de como um sistema urbano funcionaria se sua visão se tornasse uma realidade. A Motivação aborda o significado de sua proposta/cenário, pois comunica por que seu cenário é desejável e significativo e quem se importaria com ele; a quem se dirige? Aborda diretamente também os próprios princípios nos quais o cenário proposto se baseia. Finalmente, Estratégia determina a viabilidade do cenário proposto porque fala diretamente sobre o quão viável, realista e plausível é o cenário. Esse componente estratégico aborda objetivos, intenções, potenciais alianças e parceiros, possíveis coalizões, plano de ação e um conjunto de critérios de tomada de decisão.

As propostas devem ser organizadas de acordo com as três dimensões (variáveis) a seguir.

Temas: O QUE a proposta aborda?

Valores: motivos (o PORQUÊ) da proposta, por que a proposta existe, o que ela está tentando alcançar?

Princípios de trabalho: COMO a proposta alcançará o que se está tentando fazer?

Você deve imaginar o cenário de projeto como uma sequência de ações que seus protagonistas principais devem realizar para alcançar seus objetivos, situações que eles podem encontrar e suas reações a eles, bem como os resultados projetados de uma sequência de tais eventos. Obviamente, para que seus cenários funcionem, você precisará projetar/propor um conjunto de novos artefatos, “coisas” que se interpõem entre as pessoas e as conectam de maneiras específicas. Essas “coisas” precisam ser projetadas. Você irá apresentá-las no contexto mais amplo de interações entre os protagonistas identificados.

Elas podem ser: propostas de políticas; formas construídas; campanhas educativas; projetos específicos para o local ou intervenções no espaço público; esquemas cooperativos para a manutenção ou administração de espaços públicos; novas formas de solidariedade urbana; catalisadores que melhoram a capacidade de auto-organização de indivíduos e pequenos grupos de cidadãos; estratégias que melhorem as capacidades das organizações do terceiro setor; ou mesmo propostas de novas organizações sociais.

Assim, um resultado deste workshop poderia ser um conjunto de critérios para ação, ou um novo projeto de espaço público, também poderia ser um esquema de rede social. Em todas as possibilidades acima, e em qualquer uma que você inventar, lembre-se do seguinte: a chave para isso é a experiência de seus “protagonistas” ou como suas práticas são transformadas pelos cenários propostos.

Cada equipe produzirá um cenário de projeto para UM local escolhido em UMA cidade escolhida. O resultado será, assim, uma estratégia de projeto abrangente configurada para definir os objetivos para a transformação proposta, determinar ações para cumprir os objetivos e determinar formas de mobilizar recursos para executar as ações planejadas.

Após 29 de maio, os estudantes da The New School criarão contribuições individuais desenvolvendo aspectos específicos do cenário projetado em grupo. Discutiremos essas contribuições a partir de 1º de junho.

Após 29 de maio, os estudantes inscritos pela UFRJ detalharão contribuições individuais desenvolvendo aspectos específicos do cenário projetado em grupo. Discutiremos essas contribuições a partir de 1º de junho.

Leituras essenciais: a serem divulgadas em breve e disponibilizadas no drive da disciplina cujo acesso será aberto aos estudantes inscritos.

Cronograma

(o cronograma detalhado será fornecido em separado)

Day 2

Dia 1

5/24

24/5

8-11AM_Introduction: Workshop/student teams formed

09h00-12h00: Introdução e formação das equipes

8-11PM_Student teams beginning to work on research

21h00-24h00: Equipes começando a etapa de pesquisa

Day 2

Dia 2

5/25

25/5

8-11AM_Presentations on the three cities

09h00-12h00: Apresentações sobre as três cidades

8-11PM_ Student teams working on research

21h00-24h00: Equipes trabalhando na etapa de pesquisa

Day 3

Dia 3

5/26

26/5

8-11AM_ Student teams working on research

09h00-12h00: Equipes trabalhando na etapa de pesquisa

8-11PM_ Student teams beginning to work on design scenarios

21h00-24h00: Equipes começando a etapa de cenários de projeto

Day 4

Dia 4

5/27

27/5

8-11AM_ Presentations of work to date

09h00-12h00: Apresentações do andamento dos trabalhos

8-11PM_ Student teams working on design scenarios

21h00-24h00: Equipes trabalhando nos cenários de projeto

Day 5

Dia 5

5/28

28/5

8-11AM_ Student teams working on design scenarios09h00-12h00: Equipes trabalhando nos cenários de projeto
8-11PM_ Student teams working on design scenarios21h00-24h00: Equipes trabalhando nos cenários de projeto

Day 6

Dia 6

5/29

29/5

8-11AM_ Final presentations of design scenarios

09h00-12h00: Apresentações finais dos cenários de projeto

8-11PM_ Conference Participants TBA

21h00-24h00: Painel de debates sobre o workshop com os participantes

Day 7

Dia 7

6/1

1/6

The New School team developing individual design proposals and Studio Book

A equipe da New School desenvolvendo propostas de projeto individuais e o Caderno do Workshop

A equipe da UFRJ desenvolvendo propostas de projeto individuais e os relatos individuais.

Day 8

Dia 8

 

6/2

2/6

The New School team developing individual design proposals and Studio Book

A equipe da New School desenvolvendo propostas de projeto individuais e o Caderno do Workshop

A equipe da UFRJ desenvolvendo propostas de projeto individuais e os relatos individuais.

Day 9

Dia 9

6/3

3/6

The New School team developing individual design proposals and Studio Book

A equipe da New School desenvolvendo propostas de projeto individuais e o Caderno do Workshop

A equipe da UFRJ desenvolvendo propostas de projeto individuais e os relatos individuais.

Day 10

Dia 10

6/4

4/6

The New School team developing individual design proposals and Studio Book

A equipe da New School desenvolvendo propostas de projeto individuais e o Caderno do Workshop

A equipe da UFRJ desenvolvendo propostas de projeto individuais e os relatos individuais.

Final review of individual design proposals and Studio Book


Entrega final das propostas de projeto individuais e os relatos individuais.

 

 

Resultados do aprendizado

  1. Aplicar projeto com foco no ser humano para identificar oportunidades de inovação sócio espacial;
  2. Aprender a transformar percepções em projetos com valor econômico, social, cultural, territorial e ambiental;
  3. Tornar-se competente em questões e práticas de justiça sócio espacial e tornar-se proficiente em contribuir para isso por meio de um amplo espectro de práticas centradas no projeto;
  4. Imaginar novas formas sócio espaciais de organizações humanas através do desenvolvimento de modelos microeconômicos inovadores;
  5. Compreender como o seu trabalho contribui para o conhecimento existente sobre projeto e urbanismo;
  6. Desenvolver a capacidade de explorar tópicos e problemas urbanos complexos por meio de processos de pesquisa orientada para o projeto, bem como de formas mais tradicionais de pesquisa;
  7. Desenvolver a capacidade de agir com autonomia no planejamento e na execução de tarefas a nível profissional, tomando decisões criativas e estratégicas em ambientes sociais e urbanos complexos;
  8. Desenvolver habilidade para agir estrategicamente no trabalho na meso-escala, entre o setor cívico, agências governamentais e forças de mercado, e desenvolver conectividades novas e criticamente importantes;
  9. Desenvolver disposições para trabalhar propositadamente para fortalecer e / ou inovar formas e processos da sociedade civil por meio do projeto(ar).

Critérios de avaliação:

  1. Compreensão e aplicação de conceitos-chave relacionados com o conhecimento do projeto e com a inovação sócio espacial e orientados para o projeto no contexto da urbanização;
  2. Compreensão e aplicação de conceitos-chave relacionados com as questões de justiça social e espacial e do direito à cidade;
  3. Capacidade de desenvolver propostas de projeto tangíveis, complexas e rigorosas e estratégias orientadas para o projeto para uma urbanização inclusiva, justa e sustentável;
  4. Capacidade aguçada de coproduzir os itens anteriores com parceiros externos que tenham um interesse manifesto na área de estudo e nas comunidades com as quais trabalhamos;
  5. Competência e proficiência em conceituar, organizar e gerenciar ambientes de trabalho colaborativos (ou seja, participação em classe e trabalho produtivo em equipe).

GLOBAL URBAN STUDIO INTENSIVE SUMMER 2021

PSDS 5512A

CRN 2567

Parsons School of Design

The New School

Intensive International Workshop: May 24-June 4, 2021

Location: online

Zoom link (you need to register first time only): https://NewSchool.zoom.us/meeting/register/tJ0pd-msrToiGt1u7ataoSTFlVy_IDGOIUxy

TÓPICOS ESPECIAIS II – GLOBAL URBAN STUDIO SUMMER 2021

FAH 711  FAH 811

PROARQ-Programa de Pós-graduação em Arquitetura

Faculdade de Arquitetura e Urbanismo/Universidade Federal do Rio de Janeiro

Workshop International: 24/05 a 04/06/2021 – Modo remoto: online

Preencher ficha de inscrição e enviar para vtangari@fau.ufrj.br

INTERNATIONAL URBAN DESIGN SUMMER WORKSHOP 2021

URBD5734

School of Architecture – The Chinese University of Hong Kong (CUHK)

Intensive International Workshop: May 24-May 29

(Submission of individual reflections June 4, 2021)

Location: online (Zoom)

CUHK Urban Design students please register for the course (if not already done) by contacting polar.lee@cuhk.edu.hk

TEACHING TEAMS

Parsons: Prof. Miodrag Mitrašinović (mitrasim@newshool.edu)

Student Assistants: Tori Gruber (grubt170@newschool.edu) and Roberta Werthein (wertr833@newschool.edu)

UFRJ: Prof. Vera Tângari (vtangari@fau.ufrj.br)/Prof. Rogerio Cardeman (r.cardeman@gmail.com)/Prof. Inês Isidoro (ines.isi@gmail.com)/ Prof.Jonathas Magalhães Silva (PUC-Campinas)

Student Assistants: Alain Flandes (alain.gomez@fau.ufrj.br); Bruno Ragi (brunoragiarq@gmail.com); Felipe Xavier (felipe.sacramento4@gmail.com); Flora Fernandez (flora.fernandez@fau.ufrj.br); Gabriel Parreira (gabriel.parreira@fau.ufrj.br); Isabela Queiroz (isabela.queiroz@fau.ufrj.br)

CUHK: Prof. Hendrik Tieben (hktieben@cuhk.edu.hk)

Teaching Assistant: Junwei LI (liszthk@gmail.com) and Student Assistant: Danyang LEI (1155155156@link.cuhk.edu.hk)

Designing Infrastructures of Inclusion III

Course Description

In this intensive design workshop, students from The New School/Parsons, the Chinese University of Hong Kong (CUHK) and the Federal University of Rio de Janeiro (UFRJ), will work remotely and collaboratively on urban mobility corridors in New York City, Hong Kong and Rio de Janeiro. These interdisciplinary and international student teams will first study practices and processes of production and appropriation of transit-oriented public spaces, and then develop scenarios and design strategies which tackle global problems by creating vibrant, meaningful, and community-centered public spaces, socio-spatial infrastructures, and design and art interventions.

Underlying this “Designing Infrastructures of Inclusion” workshop are issues of socio-spatial and environmental justice, and the right to the city. During the workshop, students will work on the four thematic scopes proposed below, and proceed with identifying opportunities for change. Students will be engaged in a series of assignments meant to summarize students’ understanding and evolving expertise of the subject matter, and develop design-based engagements and strategies for critical urban transformation.

Our collective work will develop in relation to the four main themes and under the umbrella of “Designing Infrastructures of Inclusion.” The four themes are: Public space & mobilities (includes transportation); Public space & housing (formal, informal, in relation to places of work); Public space & cultural heritage (culture, food, parks, architecture); and, Public space & well-being (public health, the pandemic).

Student design teams will focus on public-transit and rail-infrastructure corridors in the three cities, and initially create a shared framework(s) for placing them into a global comparative perspective. In the case of NYC, the workshop will focus on public spaces and infrastructure along the MTA’s Line 7 corridor, from Hudson Yards to Flushing, Queens. Line 7 has often been called the “Immigrant Express” due to the fact that a high percentage of recent immigrant families from around the world settle in Queens, and that most of them work in Manhattan and other boroughs thus using Line 7 to commute to work. Along the 12-mile long Line 7 corridor, student teams will focus on four sites of interest: Queensboro Plaza/Court Square, Diversity Plaza/Jackson Heights, Corona Plaza, and Flushing Main Street.

In Rio de Janeiro, the workshop will focus on the 14-miles long railway line, from downtown Rio via its northern neighborhoods and terminating in Deodoro. This line has historically concentrated the displacement of labor from the working-class suburbs to work in the city center. Along this corridor, the teams will concentrate on four places of interest: 1- Station: Central do Brasil/Campo de Santana (theme: Public space and mobility); 2- Station: São Francisco Xavier/Favela da Mangueira (theme: Public space and housing); 3- Station: Madureira/Viaduto and Parque Madureira (theme: Public space and cultural heritage); 4- Station: Engenho Novo/Sampaio (theme: Public space, health and well-being). More details will be provided at the beginning of the course on May 24.

In Hong Kong, the workshop will focus on the 10-miles long MTR Tsuen Wan Line from Central on Hong Kong Island to Tsuen Wan in the New Territories. Along the Red Line corridor, the mixed student teams will focus on four sites of interest: 1- Tsim Sha Tsui (theme: Public space and heritage), 2- Sham Shui Po (theme: Public space and health), 3- Mei Foo (theme: Public space and the living—working nexus) and 4- Tsuen Wan (theme: Public space and mobility). The four selected sites along the MTR Tsuen Wan Line represent the strong difference between social and spatial conditions in contemporary Hong Kong. More details will be provided on May 24.

Course Structure

Between May 24-29, students will work in mixed groups. Each student team will address ONE of the above themes in all three cities. Before the beginning of the workshop, students will be asked to choose one theme and place their name in the online form. Once the four student groups are formed, students will study the sites in all the three cities and create a comparative framework. In the second part of the first week, students will create proposals for the sites selected in any of the three cities. 

On Saturday, May 29 each group will present its proposals during the final review. The workshop will end with an international round table discussion, critically reflecting on themes and issues addressed by student work during the workshop week.

In the second week (June 1-June 4), The New School students will work as a team to complete the individual design proposals, write reflection essays, and produce the Studio Book.

Assignments

The New School students will complete four assignments: Assignment 1 is the participation in the design workshop, as described below (see Workshop Methodology); Assignment 2 is the completion of the individual design contribution, to be determined at the end of the first week of our workshop; Assignment 3 is a reflective essay (1,000 words) which summarizes the experience of the workshop, and reflects on the interdisciplinary and international comparative dimensions developed in this work; Assignment 4 is the group assignment and will focus on the production of the Studio Book.

Workshop Methodology

The Workshop will be organized in two parts. The first part will focus on researching the three cities and the specific sites assigned, and developing actionable insights (Monday through Wednesday). The second part will focus on developing design scenarios for the sites and communities chosen and in relation to the theme and topics selected.

Part 1_INSIGHTS: Lexicon and Metrics

Working in originally established four teams, students will first extrapolate actionable insights from the research to date. Insights represent your understanding of specific cause-and-effect relations in the domains studied: public space through the lens of infrastructures of inclusion. Insights will relate to the three cities and four themes assigned. Themes are important because they are sense-making devices, a form of capturing the underlying phenomena and processes you are determined to understand. They allow you to discover the principal logic (operating principles, rules) but also to invent the criteria for framing your proposition. Your group insights will be clearly organized according to the assigned ‘theme,’ as well as to the sub-themes and topics you discover through your inquiries. As you begin to identify issues of interest, sub-themes and topics of urgency, develop a list of sub-themes and topics.

Each group will create a Lexicon and Metrics panel that frames and visualizes complex relations discovered (details will be explained in class) and focus on the metrics that underlie your domain, so that the key concerns through analysis of data (e.g. travel to work patterns along Line 7, for example) are highlighted. Each student team will be looking at physical manifestations through the Lexicon as well as crystallizing data (Metrics) that illuminate non-physical manifestations. Think of it as a qualitative and quantitative parts of analysis: lexicon will be composed of key images (photos, plans, drawings), and metrics of the visuals which summarize/visualize the statistical data.

Since there are no pre-assigned “problems,” your insights may point at existing challenges (the global pandemic, for example), or can also draw to existing opportunities that your proposals will seeks to appropriate or strengthen (UN’s Sustainable Development Goals). Each team will identify two key insights in relation to each sub-theme identified. Use 250 words max to frame it.

For example:

Theme: Dispossession and displacement

Insight: The history of redlining and systemic disinvestment in the Queens neighborhoods has left many plots abandoned and lowered their property values. Low property values are attractive to investors who are capitalizing on this situation and creating new developments at rapid pace. As result, residents of poor n’hoods have been systematically dispossessed and ultimately displaced.

At the same time, DOT has attempted to ameliorate the effects of predatory urban development practices by working with community groups and partner organization in order to save some of the urban plots by creating meaningful public spaces, particularly in overcrowded and under-resourced neighborhoods.

Part 2_DESIGN SCENARIOS

Based on the insights and themes, we will now move towards creating design scenarios. Scenarios will address interdependencies of infrastructures and systems, and of actors, organizations and institutions to be involved. Your team is now asked to design and propose a plan of action aimed at transforming found urban situations into preferred ones.

We will first move towards the ‘we should’ stage of work. The ‘we should’ statement will capture and operationalize your intentions. The ‘we should’ statement is a proposition for a course of action the team needs to take in order to create a new value (social, environmental, cultural, economic, etc.). In this way, it is both a tentative explanation for how a practice/system works (or it does not), and at the same time also a way of framing your value proposition(s) for moving forward. Thus, we clearly need to define values which will drive our propositions.

Once we have values defined, we will begin to define design scenarios. Design scenarios are a set of structured visions that aim to catalyze the capacities and capabilities of the various actors and agencies involved in the process of framing a new proposal (‘protagonists’). In other words, you can say: “If we look at the situation from this particular viewpoint, and adopt the working principle we are putting forward as a proposition, then we will create the new value we are striving for. And here is how this would work.”

The purpose of design scenario is to describe desirable and proposed future configurations. Design scenario is constituted by the following three components: 1) Vision 2) Motivation and 3) Strategy. Vision is the “what if” part in a sense in which its purpose is to tell the visual story of how an urban system would work if your vision has become a reality. Motivation addresses the meaning of your proposal/scenario, because it communicates why your scenario is desirable and meaningful, and who would care about it; who is it addressed to? It directly addresses also the very principles your proposed scenario stands upon. Finally, the strategy component determines the viability of the proposed scenario because it directly speaks to how viable, realistic and plausible your scenario is. The strategic component addresses objectives, intentions, potential alliances and partners, possible coalitions, plan of action and a set of decision-making criteria.

Your proposal should be organized along the following three dimensions (variables) below.

Themes: WHAT does the proposal address?

Values: reasons (the WHY) of the proposal, why does the proposal exist, what is it trying to

achieve?

Working Principles: HOW will the proposal achieve what it is trying to do?

You should imagine design scenario as a sequence of actions your main protagonists ought to take to achieve their objectives, situations they may encounter and their reactions to them, as well as the projected results of a sequence of such events. Obviously, for your scenarios to work, you will need to design/propose a set of new artifacts, ‘things’ that stand between people and connect them in specific ways. Such ‘things’ need to be designed. You will introduce them in the broader context of interactions between the protagonists identified. They may be policy proposals, built forms, educational campaigns, site-specific designs or interventions in public space, cooperative schemes for the maintenance or stewardship of public spaces, new forms of urban solidarity, catalysts that improve self-organizational capacity of individuals and small groups of citizens, strategies that improve capabilities of the third-sector organizations, or even proposals for new social organizations.

Thus, as much as an outcome of this workshop could be a set of criteria for action, or a new public space design, it could also be a social networking scheme. In all the above possibilities, and any you come up with, please remember the following: the key to this is the experience of your ‘protagonists,’ or how their practices are transformed by your proposed scenarios.

Each team will produce one design scenario for a chosen site in a chosen city. The result will thus be a comprehensive design strategy configured to set the goals for the transformation proposed, define actions to accomplish the goals, and determine ways to mobilize resources in order to execute the planned actions.

Following May 29, The New School students will create individual contributions by developing specific aspects of the group-designed scenario. We will discuss these contributions starting June 1.

Essential readings:

(DETAILED READING LIST WILL BE PROVIDED AT THE BEGINNING OF THE WORKSHOP)

Class Schedule

(Detailed workshop schedule will be given as a separate handout)

Day 1

5/24

8-11AM_Introduction: Workshop/student teams formed

8-11PM_Student teams beginning to work on research

Day 2

5/25

8-11AM_Presentations on the three cities

8-11PM_ Student teams working on research

Day 3

5/26

8-11AM_ Student teams working on research

8-11PM_ Student teams beginning to work on design scenarios

Day 4

5/27

8-11AM_ Presentations of work to date

8-11PM_ Student teams working on design scenarios

Day 5

 

5/28

 

8-11AM_ Student teams working on design scenarios
8-11PM_ Student teams working on design scenarios

Day 6

5/29

8-11AM_ Final presentations of design scenarios

 

8-11PM_ Conference Participants TBA

 

Day 7

6/1

The New School team developing individual design proposals and Studio Book

Day 8

6/2

The New School team developing individual design proposals and Studio Book

Day 9

6/3

The New School team developing individual design proposals and Studio Book

Day 10

6/4

The New School team developing individual design proposals and Studio Book

Final review of individual design proposals and Studio Book

 

Learning Outcomes

  1. Apply human-centered design to identify opportunities for socio-spatial innovation;
  2. Learn how to transform insights into projects with economic, social, cultural, territorial, and environmental value;
  3. Become competent in issues and practices of socio-spatial justice, and become proficient in contributing to it through a broad spectrum of design-centered practices;
  4. Imagine new socio-spatial forms of human organizations by developing innovative micro-economic models;
  5. Understand how your work contributes to the existing knowledge of design and of urbanism;
  6. Develop the ability to explore complex urban topics and problems through the processes of design-oriented research, as well as more traditional forms of research;
  7. Develop the ability to act autonomously in planning and implementing tasks at a professional level, making creative and strategic decisions in complex social and urban environments;
  8. Develop an acute ability to act strategically in working at the meso level, in-between the civic sector, governmental agencies and market forces, and develop new and critically important connectivities;
  9. Develop dispositions towards working propositionally to strengthen and/or innovate forms and processes of civil society via design(ing).

Assessable Tasks

  1. Understanding and application of key concepts related to design knowledge and design-driven socio-spatial innovation in the context of urbanization;
  2. Understanding and application of key concepts related to the concerns social and spatial justice, and the right to the city;
  3. Ability to develop tangible, complex and rigorous design proposals and design-driven strategies for inclusive, just and sustainable urbanization;
  4. Acute ability to coproduce the above with external partners who have a manifest investment in the geographic area, and in the communities we work with;
  5. Competence and proficiency in conceptualizing, organizing, and managing collaborative working environments (i.e. class participation and productive teamwork).

University, School and Program Policies

Participation and expectations for the remote learning environment

Since we have switched to online learning during the COVID-19 pandemic, our interaction in this class will be also shaped by the online technology and resources available to us. Participation is still an essential part of this class and it includes: keeping up with readings, contributing meaningfully to class discussions, active participation in group work, and attending synchronous online sessions regularly and on time. Students are expected to keep up with class activities and requirements each week. I will provide you with one Zoom link for the semester, and all our interaction will be facilitated by Zoom. If/when students are unable to join synchronous sessions, they will be able to access the content and materials covered during the session through recordings. During class, students will use the chat feature to send questions and ideas to the instructor and their peers.

I would suggest that you leave your cellphones aside during our zoom sessions and mute yourself unless and when not speaking. It is important for all of us to have our video features on, unless circumstances require us to turn them off for short periods of time. If you have issues with this policy, or need different accommodations, please let me know asap.

All class sessions will be recorded, and you will be able to access them anytime.

Responsibility

Students are responsible for all assignments, even if they are absent.  Late assignments, failure to complete the assignments for class discussion and/or critique, and lack of preparedness for in-class discussions, presentations and/or critiques will jeopardize your successful completion of this course. 

Attendance

Since the success of this class is dependent upon the integrated input of all the students, class attendance and participation are crucial and will play a significant part in the determination of a student’s final grade. In accordance with Parsons’ attendance policy, students who miss three or more classes will fail the course. Two late arrivals (ten minutes to thirty minutes) will count as one absence. Tardiness of more than thirty minutes will be considered an absence. A student who comes in after his or her name is called during roll call is responsible for having the recorded absence changed after class. This is student’s responsibility. Please be very careful because the attendance policy will be strictly upheld. Please also note that, long before the absence limit for the course is reached, a student’s absences will affect his or her learning experience and course grade. Students who miss their own presentation will receive a failing grade for that segment of the course work.

Google docs and Canvas

Use the class Google folder regularly and find class resources and bibliography there. Email and Canvas will be used for announcements and class attendance. Students should check it for announcements before coming to class each week. 

Academic integrity

Compromising your academic integrity may lead to serious consequences, including (but not limited to) one or more of the following: failure of the assignment, failure of the course, academic warning, disciplinary probation, suspension from the university, or dismissal from the university.

Students are responsible for understanding the University’s policy on academic honesty and integrity and must make use of proper citations of sources for writing papers, creating, presenting, and performing their work, taking examinations, and doing research. It is the responsibility of students to learn the procedures specific to their discipline for correctly and appropriately differentiating their own work from that of others. The full text of the policy, including adjudication procedures, is found at http://www.newschool.edu/policies/

Resources regarding what plagiarism is and how to avoid it can be found on the Learning Center’s website: http://www.newschool.edu/university-learning-center/student-resources/

Intellectual Property Rights: http://www.newschool.edu/provost/accreditation-policies/

Grading Policies: http://www.newschool.edu/registrar/academic-policies/

Every student at Parsons signs an Academic Integrity Statement as a part of the registration process.  Thus, you are held responsible for being familiar with, understanding, adhering to and upholding the spirit and standards of academic integrity as set forth by the Parsons Student Handbook.

Guidelines for written assignments

Plagiarism is the use of another person’s words or ideas in any academic work using books, journals, internet postings, or other student papers without proper acknowledgment. For further information on proper acknowledgment and plagiarism, including expectations for paraphrasing source material and proper forms of citation in research and writing, students should consult the Chicago Manual of Style (cf. Turabian, 6th edition). The University Writing Center also provides useful on-line resources to help students understand and avoid plagiarism. See http://www.newschool.edu/admin/writingcenter/.

Students must receive prior permission from instructors to submit the same or substantially overlapping material for two different assignments.  Submission of the same work for two assignments without the prior permission of instructors is plagiarism.

Student course ratings (Course evaluations)

During the last two weeks of the semester, students are asked to provide feedback for each of their courses through an online survey. They cannot view grades until providing feedback or officially declining to do so. Course evaluations are a vital space where students can speak about the learning experience. It is an important process which provides valuable data about the successful delivery and support of a course or topic to both the faculty and administrators. Instructors rely on course rating surveys for feedback on the course and teaching methods, so they can understand what aspects of the class are most successful in teaching students, and what aspects might be improved or changed in future. Without this information, it can be difficult for an instructor to reflect upon and improve teaching methods and course design. In addition, program/department chairs and other administrators review course surveys. Instructions are available online at http://www.newschool.edu/provost/course-evaluations-student-instructions.pdf.

Student Disability Services

In keeping with the University’s policy of providing equal access for students with disabilities, any student with a disability who needs academic accommodations is welcome to meet with me privately.  All conversations will be kept confidential.  Students requesting any accommodations will also need to meet with the office of Student Disability Services which will conduct an intake, and if appropriate, provide an academic accommodation notification letter to you to bring to me. At that point I will review the letter with you and discuss these accommodations in relation to this course. Their office is located in 80 Fifth Avenue, Room 323 (3rd floor), and direct line is (212) 229-5626 x3135.  You may also access more information through the University’s web site at http://www.newschool.edu/studentservices/disability/.

Resources

The university provides many resources to help students achieve academic and artistic excellence. These resources include:

Programa de Pós-Graduação Arquitetura e Urbanismo | PPGAU/FAU/USP
CÓDIGO | AUH5865
CIDADE, HISTÓRIA E PATRIMÔNIO CULTURAL
CITY, HISTORY AND CULTURAL HERITAGE

Mestrado Profissional Projeto e Patrimônio | MPPP – FAU/UFRJ
CÓDIGO | FAH735
SEMINÁRIOS EM PATRIMÔNIO: NOVAS ABORDAGENS EM PATRIMÔNIO
SEMINAR ON PROJECT AND HERITAGE; NEW APPROACHES IN HERITAGE  

Programa de Pós-Graduação em Geografia | PPGG/IGEO/UFRJ
CÓDIGO | IGG721/IGG828
TEORIA CULTURAL/ESTUDOS ESPECIAIS EM TEORIA CULTURAL
CULTURAL THEORY/SPECIAL STUDIES IN CULTURAL THEORY

 

PRIMEIRO SEMESTRE DE 2021
Sextas-feiras | 09 de abril a 28 de maio
Aulas em junho: Globinars Novas Abordagens em Patrimônio | horários diversos (Ver a programação)
Período síncrono
Sessões de aulas on-line: 14h30 às 16h30 
Período Assíncrono
16h30-18hs

CLASSE PERIOD
Fridays, 5pm to 9pm UTC
Aulas em junho: Globinars Novas Abordagens em Patrimônio | horários diversos (Ver a programação)
Synchronous period
online classes: 5:30 pm to 7:30 pm UTC
Asynchronous period
7:30pm to 9pm UTC

Apresentação / Presentation

O curso será realizado como parceria de três programas de pós-graduação, o PPGAU FAU USP, o PROARQ UFRJ e o PPGG UFRJ, reunidos para discutir o patrimônio mundial a partir dos temas das Novas Abordagens em Patrimônio/New Heritage Approaches. Problematizando e refletindo sobre o lugar do patrimônio cultural na contemporaneidade, a disciplina objetiva apresentar reflexões e diretrizes a respeito de novas abordagens em patrimônio e de questões acerca de convenções patrimoniais. Vincula-se à iniciativa global Our World Heritage – OWH, que visa reforçar o papel da Convenção do Patrimônio Mundial da UNESCO, promovendo ações de defesa da sociedade civil, avaliação de práticas de conservação e transparência nos processos de tomada de decisão pública.

A partir dos diálogos nacionais e internacionais, serão discutidas as práticas do planejamento e da preservação urbana, o lugar da memória e dos seus direitos na configuração urbana, as relações entre transformação e preservação, os instrumentos de identificação, reconhecimento e proteção. Buscará debater os desafios das atribuições de valor, das práticas seletivas e a legislação de proteção ao ambiente urbano, tal como constituídas historicamente no Brasil, em comparação com casos internacionais, tendo sempre as experiências do patrimônio mundial em perspectiva. O curso colocará em questão os temas da preservação do território a partir de conceitos de paisagem, paisagem histórica urbana, planejamento, educação patrimonial, gênero, raça, a partir de uma perspectiva multidisciplinar.

The course seeks to stimulate the dialogue with partners from Brazil and from abroad concerning concepts of landscape, historical urban landscape, heritage preservation planning and management and heritage education, considering gender and race, from a multidisciplinary perspective. The debates will also address issues such as the attribution of value, interpretation and legislation issues as historically constituted in Brazil, in comparison to international cases, keeping the experiences of world heritage in perspective. It is linked to the global initiative Our World Heritage – OWH, which aims to reinforce the role of the UNESCO World Heritage Convention to protect the collective heritage worldwide, promoting actions together with the civil society, assessing conservation practices and enhancing transparency in public decision-making processes.

It will be held in partnership with three graduate programs, PPGAU FAU USP, PROARQ UFRJ and PPGG UFRJ, gathered to discuss new approaches to the world heritage, considering and questioning the role and the place of cultural heritage in contemporary times. The discipline also aims to contribute to defining guidelines and recommendations regarding new heritage approaches to update public policies and the World Heritage Convention operational guidelines.

Justificativa / Justification

Os Sítios do Patrimônio Mundial são locais de valor universal excepcional para a humanidade e necessitam de adequados dispositivos de salvaguarda e proteção de acordo com a convenção da UNESCO de 1972. São 1121 sítios ao redor do mundo (869 protegidos devido a seus valores e atributos culturais, 213 devido a valores e atributos naturais e 39 sítios mistos) que, além de oferecerem ambientes de significativo valor paisagístico e de abrigar grupos das mais diversas etnias e classes sociais — que somados à flora, à fauna e às ambiências locais favorecem interpretações que lhes conferem identidade, resiliência social e ambiental, meios de subsistência e bem-estar —, potencializam práticas que podem contribuir para proporcionar equilíbrio socioambiental e a conservação dos ecossistemas naturais em nossas cidades.

Conforme reafirmado pela Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável da ONU, práticas de salvaguarda são essenciais para a organização/construção de sociedades inclusivas, seguras, resilientes e sustentáveis. No entanto, os Sítios do Patrimônio Mundial estão enfrentando ameaças das mais diversas ordens, devido às crescentes pressões fomentadas pelo sistema capitalista em relação à expansão urbana, instalações industriais, aumento do consumo de bens e serviços, turismo insustentável/predatório e/ou atividades extrativistas e mineradoras, que seguem amplificando os efeitos das mudanças climáticas, conflitos socioambientais e o esgotamento das relações entre a sociedade e a natureza. A qualidade do ambiente urbano está sendo seriamente comprometida por decisões políticas equivocadas e pressões prejudiciais aos objetivos originais e protocolos da Convenção do Patrimônio Mundial. Ao mesmo tempo, a forma como os sítios têm sido inscritos tem recebido muitas críticas, muitas vezes apontada como um procedimento elitista, voltado para interesses do turismo e do mercado, de caráter essencialmente Europeu e Ocidental, que estariam afastando a Convenção da sua proposta inicial. Daí, a necessidade e a relevância de se construir outras epistemologias para relativizar tradicionais conceitos e (re)avaliar propostas da Convenção em curso. Busca-se com isso adequar/atualizar consagrados paradigmas ao cenário contemporâneo de nossas cidades e ao modo de pensar a sociedade como um corpo coletivo, onde aspectos de gênero, etnia, raça e renda são parcelas vigorosas para se pensar o ambiente sociocultural e espacial que almejamos para nossos ambientes urbanos e rurais.

Há diferentes fatores que apontam para a necessidade de envolvimento da sociedade civil nas suas mais diferentes classes sociais, com vistas a fomentar a apropriação social dos Sítios do Patrimônio Mundial como uma forma de ajudar a conservá-los. Iniciativas que visem transformar a forma e o conteúdo da Convenção do Patrimônio Mundial e suas diretrizes orientadoras, definir ações e tornar mais concreto o exercício da escuta e o surgimento de outros marcadores, de forma a ampliar o compartilhamento de saberes, a socialização de conhecimento e com isso, de fato, a conscientização sobre as ameaças que os sítios do Patrimônio Mundial seguem enfrentando. Diante de tais premissas destaca-se a importância de se fomentar o diálogo em busca de uma convergência de ideias entre os Estados membros signatários da Convenção e a sociedade civil para que os mesmos compartilhem responsabilidades na salvaguarda e conservação do patrimônio coletivo. Nesse sentido, pretende-se o entrelaçamento de conceitos e métodos no contexto da diversidade e das múltiplas influências culturais e a busca pela conscientização, inserção e capacitação dos diversos extratos sociais na conservação do patrimônio no contexto geopolítico atual.

O evento de lançamento da Iniciativa Global para repensar o Patrimônio Coletivo aconteceu em novembro de 2020, e terá debates temáticos mensais ao longo de 2021, acompanhados por campanhas de mídia social e recomendações para políticas públicas, culminando em um Fórum para marcar o 50º aniversário da Convenção do Patrimônio Mundial em 2022. Ao criar plataformas de diálogo, objetiva-se fomentar políticas de conservação em todas as regiões do mundo por meio de uma maior mobilização da sociedade civil e, em particular, dos jovens. Acreditamos que somente tal movimento social inclusivo pode levar verdadeiramente a “dar ao patrimônio cultural e natural uma função na vida da comunidade” (art.5.1 da Convenção do Patrimônio Mundial).

World Heritage Sites are places of exceptional universal value for humanity and suitable for safeguarding and protecting tools in accordance with the 1972 UNESCO Convention. There are 1121 sites around the world (869 protected due to their cultural values and attributes, 213 due to natural values and attributes and 39 mixed sites). Those sites, in addition to offering environments of significant landscape value and shelter diverse ethnicities and social classes which together with the flora, fauna and local ambiences — give them identity, social and environmental resilience, and means of subsistence and well-being to the local population. Many of them are located in cities and contribute to provide socio-environmental balance and stimulate the conservation of natural ecosystems and cultural value in urban contexts.

As reaffirmed by the UN 2030 Agenda for Sustainable Development, safeguarding practices are essential for the organization/construction of inclusive, safe, resilient and sustainable societies. However, World Heritage Sites are facing the threats of the most diverse orders, due to the increasing pressures fostered by the capitalist system in relation to urban expansion, industrial facilities, increased consumption of goods and services, unsustainable/predatory tourism and/or activities extractive and mining companies, which continue to amplify the effects of climate change, socio-environmental conflicts and the degradation of the relations between society and nature. Inadequate political decisions and damaging pressures driven by private interests have seriously compromised the quality of the urban environment, even affecting the original objectives and protocols of the World Heritage Convention.

At the same time, the way in which sites have been inscribed give room to criticisms, often pointed out as an elitist procedure, aimed at tourism and market interests, and as European and Western centered. Hence, the need to build other epistemologies to challenge and relativize conventional concepts and (re)evaluate procedures of the ongoing Convention. The contemporary scenario of our cities also calls for updating consecrated paradigms and of changing the way of thinking about society towards seen it as a collective body, where aspects of gender, ethnicity, race and income are critical.

Different factors point to the need for the involvement of civil society, with its different social groups, to enhance social appropriation of World Heritage Sites as a way of fostering preservation and improve their management. Initiatives that aim to transform the form and content of the World Heritage Convention and its guidelines and define proactive actions are welcome. Procedures that make listening more concrete and promote the emergence of other markers, in order to expand the sharing and the socialization of knowledge and consciousness concerning responsibilities in safeguarding and conserving the world collective heritage are urgent. In the current geopolitical context, it is crucial to consider diversity and the multiple cultural influences and its role in the search for awareness, insertion and training of different social strata in the conservation of heritage.

The launch event of the Global Initiative to rethink Collective Heritage took place in November 2020, and will have monthly thematic debates throughout 2021, accompanied by social media campaigns and recommendations for public policies, culminating in a Forum to mark the 50th anniversary of the World Heritage Convention in 2022. By creating platforms for dialogue, the objective is to promote conservation policies in all regions of the world through greater mobilization of civil society and, in particular, of young people. We believe that only such an inclusive social movement can truly lead to “give cultural and natural heritage a function in the community life” (art.5.1 of the World Heritage Convention).

Metodologia e critérios de avaliação / Evaluation methodology and criteria

O curso será estruturado em dois momentos: 

  • Sessões de aulas síncronas com palestras de convidados especialistas nas temáticas selecionadas, seguidas de debates com os professores do curso e de perguntas organizadas pelos alunos. 
  • Série de eventos internacionais em formato on-line sobre o tema das Novas Abordagens de Patrimônio que acontecerão ao longo do mês de junho de 2021. 

The course will be structured in two moments:

  • Synchronous class sessions with speeches by specialists in the selected topics, followed by debates with the teachers
    of the course and questions organized by the
    students.
  • Series of international events in online format on the theme of the New Heritage Approaches that will take place during June 2021.

Avaliações / Assessments

Monografia ao final do curso tratando de um dos temas desenvolvidos ao longo do curso (50%).

Relatos individuais desenvolvendo e discutindo criticamente os eventos das Novas Abordagens de Patrimônio/ “New Heritage Approaches” que acontecerão no mês de junho de 2021 (50%).

O aluno deve escolher quatro globinars para acompanhar e realizar os relatos a partir deles. 

Monograph at the end of the course dealing with one of the themes developed during the course (50%).

Individual reports developing and critically discussing the events of the New Heritage Approaches / “New Heritage Approaches” that will take place in the month of June 2021 (50%).

The student must choose four globinars to accompany and make the reports from them.

Sessões de aulas síncronas / Synchronous class sessions

Pós-graduandos interessados em cursar a disciplina: Entra em contato pelo correio eletrônico: novasabordagenspatrimonio@gmail.com

Ouvintes: As aulas serão gravadas e disponibilizadas posteriormente no YouTube. Mais informações pelo
pelo correio eletrônico novasabordagenspatrimonio@gmail.com

Participantes